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O prédio foi inaugurado pelo Prefeito Manoel Vicente Bittencourt, no dia 02 de Março de 1894. Era o ponto de embarque e desembarque dos passageiros da Linha Férrea Paraná, entre Ponta Grossa e Curitiba. Com o crescimento da ferrovia e conseqüente aumento dos passageiros e transporte de cargas, foi necessário construir o barracão que fica ao lado da Estação. Em 1910, este barracão foi reformado, passando a ser de alvenaria, depois de sofrer um incêndio. Em 1906 foi construído o terceiro prédio, a Estação Saudade. Em 30 de Maio de 1990, todo o conjunto foi tombado pólo Patrimônio Histórico. Em 7 de Setembro de 1995, foi inaugurada a Casa da Memória, que é um espaço permanente para exposições de temas históricos ou relacionados a datas comemorativas, guarda do acervo histórico
documental e icnográfico de Ponta Grossa e região. Localiza-se Benjamin Constant, 318
No caso de agendar uma visita ai segue o telefone: (42) 3222-0449.
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Um dos marcos da colonização portuguesa no Paraná, a Capela Santa Bárbara se configura num patrimônio arquitetônico e cultural de valor inestimável para os Campos Gerais. Suas origens datam do início do século XVIII, quando a Companhia de Jesus recebeu, de José Góes e Morais, a doação da sesmaria de Itaiacoca (1727). Registros dão conta que em 1729 já havia um oratório no lugar onde hoje fica a Capela, e que pouco depois a mesma foi construída. Os jesuítas permaneceram nessas terras até a década de 1760, quando foram expulsos do país por ordem do Marquês de Pombal. Sem dúvida, a maior herança arquitetônica deixada por eles na região foi a Capela Santa Bárbara. Hoje, ela simbolicamente representa o início de todo processo de ocupação, de formação do povo da cultura típica dos Campos Gerais. Em abril de 2003, foram concluídas as obras de restauração da Capela e retomada sua visitação pública. É necessário se transpor uma porteira e conversar com um funcionário para que este abra a capela Fazenda Pitangui, estrada para o Alagados
No caso de agendar uma visita ai segue o telefone:(42) 3224-4603.
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A construção do primeiro templo situado no Largo do Rosário deu-se por volta de 1852 quando a Irmandade do Rosário, constituída por escravos negros, erigiu uma capela em taipa e pilão. Já sua segunda construção teve inicio em 1950,sendo inaugurada em 1952. De presença marcante no local, foi feita em estilo romântico, em alvenaria, com duas imponentes torres frontais e interior sóbrio lembrando as igrejas de Roma. Destaca-se a pintura do altar-mor simbolizando os três Mistérios do Rosário, feita em 1961 pelos artistas húngaros, Américo e Eva Makle, nas paredes laterais existem ainda dois altares e mosaicos bizantinos representando a via-sacra. Localiza-se na Praça Barão do Rio Branco ao lado do Colégio Regente Feijó.
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O nome Buraco do Padre está relacionado à história dos jesuítas que estiveram no local. Com a finalidade de converter almas para a Cristianismo, os jesuítas trabalhavam com os índios da tradição Umaitá e na região dos Campos Gerais com os índios da tradição Umbu. O nome Buraco do Padre deve-se ao costume dos padres jesuítas dirigirem-se ao alto do platô para concentração, meditação ou descanso. Localiza-se no distrito de Itaiacoca, a 26 km do centro da cidade de Ponta Grossa. Trata-se de uma espécie de anfiteatro subterrâneo. Apresenta em seu interior uma imponente cascata, formada pelo rio Quebra Perna. Apesar de apresentar-se de maneira diferente, devido a abertura na base, o Buraco do Padre também é uma furna. Do estacionamento ao interior da furna tem-se um percurso de 1 km. Parte da caminhada é feita por um bosque. A trilha é de fácil travessia. Localiza-se a 26 km do centro da cidade na estrada para Itaiacoca.
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O Rio São Jorge é um límpido e belo curso d'água que desliza entre rochas, formando várias cachoeiras que fazem parte de um cenário deslumbrante. No local, ainda pode-se conhecer a belíssima cachoeira que possui um canhão d'água de aproximadamente 25 metros de altura, e pinturas rupestres de cerca de 7000 anos. Localiza-se a 15 km do centro. Para passar o dia o ingresso é de R$ 2,50.
No caso de agendar uma visita ai segue o telefone(s):(42) 3226-3731 (42) 9973-6915 | |||
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Criado em 12 de outubro de 1953, pela Lei nº: 2.192 o conjunto Arenitos, Furnas e Lagoa Dourada conta com uma área de 3.122 hectares e é coberto, na sua maior parte, por campos naturais. Tombado pelo Departamento do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado em 1966, abriga uma fauna variada: lobos-guará, suçuaranas, jaguatiricas, quatis, gatos-do-mato, cachorros-do-mato, iraras, furão, catetos, veados, tatus, pica-paus, pombas, perdizes, tamanduás bandeira e mirins, diversos tipos de aves, entre outros. A área de visitação turística é composta por três espaços: Arenitos, Furnas e Lagoa Dourada. Localiza-se na BR 376, no km 510.
No caso de agendar uma visita ai segue o telefone: (42) 3228-1138 | |||
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Suas origens remontam do período carbonífero, há aproximadamente 300 milhões de anos, quando fenômenos geológicos depositaram no local grande volume de areia. As massas de gelo, ao se deslocarem, erodiam o solo onde passavam, incorporando milhares de toneladas de fragmentos rochosos. Com o degelo, esses materiais foram abandonados sobre a superfície e com o retorno da erosão normal, as águas retrabalharam esses depósitos, originando os arenitos. Em transformação constante, devido às ações do vento, das chuvas, entre outros, sugerem as mais variadas figuras como: taça, camelo, esfinge, bota e outras que sua imaginação poderá criar.
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Conhecidas como “caldeirões do inferno” são crateras circulares com aproximadamente 100m de profundidade e um volume de água que atinge a metade dessa profundidade. Constituem-se em desabamentos doliniformes de provável idade quaternária e têm sua origem na estrutura falhada e fraturada do arenito. Em uma das furnas, na mais profunda, um elevador panorâmico vence um desnível de 54m e dá acesso a seu interior sobre um deck logo acima do espelho d'água.
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Com um perímetro de 690m, contém peixes como traíra, tubarana, e bagre que utilizam a área para reprodução. Tem a mesma origem das furnas, ocorrendo porém, um desnível do solo, razão pela qual as furnas constituem em crateras profundas. Supõe-se que a denominação derive do reflexo do sol em determinado horário do dia ou à presença em épocas passadas, do peixe Saminus maxillosus, popularmente conhecido como “dourado”.
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Área de lazer banhada pelo Rio Botuquara e situada numa das mais belas regiões do município. Possui piscinas naturais, toboágua, lago para pesca e pedalinhos, trilhas na mata nativa, além de camping e outras atrações. A área possui lanchonete, churrasqueiras e estacionamento. Localiza-se na Rodovia do talco km 16,2. O acesso por estrada de chão, percurso de 4,2 Km. Telefone: (42) 3224-3543
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O Parque está situado na porção leste da cidade, precisamente a 6km do centro urbano, com acesso principal pela avenida Carlos Cavalcanti. Trata-se de uma das mais importantes áreas para a prática do lazer, recreação e turismo dos Campos Gerais. Em 2004 o Governo municipal interviu na área, transformando-a oficialmente em parque com toda a infra-estrutura necessária para a utilização correta do meio ambiente pois, foi concebido a partir de princípios modernos de urbanismo que buscam aperfeiçoar os espaços urbanos como lugares de encontro social potencializando ao máximo sua função lúdica e também turística. O local é propício ao lazer, descanso, turismo e recreação, tendo como infra-estrutura completa. Entrada em frente ao Campus da UEPG.
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segunda-feira, 13 de maio de 2013
O belo de Ponta Grossa está mais em seus pontos turísticos do que na população,já que a população, obviamente não é das melhores,mas obviamente existem exceções, então deixarei apenas os pontos turísticos da cidade, a parte mais "bela" da cidade.
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